Ser Feliz....

SER FELIZ É... Uma questão de saber, de determinação: - é saber domar a fera que pode habitar nosso íntimo. Uma questão de "percepção": - é perceber que as almas infelizes envelhecem mais cedo.. Uma questão de "compreensão": - é compreender que a grandeza da vida também se deve aos obstáculos vencidos... - é comprender que pode ser fácil abrir mão da realidade, mas que pode não não ser tão fácil abrir mão de um sonho. Uma questão de "aprendizado" - é aprender a se conhecer para se avaliar. Uma questão de "atitude": - é demonstrar que as ações dizem mais que as palavras. Mas, acima de tudo, ter em mente que ser feliz...é manter o coração tão pleno de amor que não fique espaço para o mal.

Sabedoria Indigena...

Diz a sabedoria indígena q qdo não cumprimos o q prometemos, o fio de nossa ação q deveria estar concluída e amarrada em algum lugar fica solto ao nosso lado. Com o passar do tempo, os fios soltos enrolam-se em nossos pés e impedem q caminhemos livremente...ficamos amarrados às nossas próprias palavras. Por isso os nativos tem o costume de "por-as-palavras-a-andar" q significa agir de acordo com o q se fala; isso conduz à integridade entre o pensar, o sentir e o agir no mundo e nos conduz ao Caminho da Beleza onde há harmonia e prosperidade naturais."

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Saber perder é também se libertar

As vezes fico pensando nas guerras de antigamente, quando os bravos soldados vestiam suas armaduras e empunhados de espada e escudo, saiam a guerra com seu capitão ou Rei a liderar. Imagino a adrenalina do momento, de lutar pela vida, pelo reino ou por um ideal e imagino também como deveria ser a hora de reconhecer a derrota. O capitão olhando ao redor e vendo todos os que lutavam por sua causa mortos ou feridos e mesmo na ânsia de ganhar, de saber que precisava vencer que não poderia recuar, não ter outra opção a não ser desistir.
Imagino também quão triste deve ser a morte por afogamento, com a pessoa lutando com todas as forças para manter-se a tona, tirando força de onde não tem para continuar respirando e de repente ver que não consegue mais se manter na superfície e simplesmente se deixar levar e aceitar a derrota da vida para a morte.
Aceitar a derrota por mais duro que seja, as vezes é libertador. É tirar dos ombros o peso morto de uma guerra vencida. É assimilar e entender que não dá, que é preciso mudar a tática e ir cuidar dos ferimentos ou lidar com uma nova realidade.
Nessas horas cada um recorre ao que crê e a maioria recorre a Deus.
As vezes a vida nos dá o presente dos nossos planos serem os mesmos que o dEle e uma mão em forma de ajuda, vinda não sei de onde surge e toda nossa sorte muda e a derrota certa transforma-se milagrosamente em vitória. As vezes não nos é dado por Ele mesmo outra opção além de aceitar. Aceitar e entender que o fim é também sempre um começo e que de recomeços em recomeços é que a vida, até mesmo na morte, é feita.
Quando conseguimos crer que a vida é uma caixinha de surpresas e conseguimos parar de lutar contra o que não podemos vencer, sentimos a deliciosa sensação de respeitar o limite do próprio corpo e força. Da aliviante sensação de parar de lutar contra a correnteza. Se deixar levar pelas ondas é aliviante.
Saber perder é também saber seguir e entender e aceitar que na vida nunca nos é dado outra opção a não ser continuar e que podemos fazer disso, dela - a vida, algo leve e prazeroso ou um fardo triste e incomodo.
O fim é sempre um começo e perder nem sempre é derrota. As vezes só perdendo conseguimos prosseguir.
Saber perder é também se libertar.