Ser Feliz....

SER FELIZ É... Uma questão de saber, de determinação: - é saber domar a fera que pode habitar nosso íntimo. Uma questão de "percepção": - é perceber que as almas infelizes envelhecem mais cedo.. Uma questão de "compreensão": - é compreender que a grandeza da vida também se deve aos obstáculos vencidos... - é comprender que pode ser fácil abrir mão da realidade, mas que pode não não ser tão fácil abrir mão de um sonho. Uma questão de "aprendizado" - é aprender a se conhecer para se avaliar. Uma questão de "atitude": - é demonstrar que as ações dizem mais que as palavras. Mas, acima de tudo, ter em mente que ser feliz...é manter o coração tão pleno de amor que não fique espaço para o mal.

Sabedoria Indigena...

Diz a sabedoria indígena q qdo não cumprimos o q prometemos, o fio de nossa ação q deveria estar concluída e amarrada em algum lugar fica solto ao nosso lado. Com o passar do tempo, os fios soltos enrolam-se em nossos pés e impedem q caminhemos livremente...ficamos amarrados às nossas próprias palavras. Por isso os nativos tem o costume de "por-as-palavras-a-andar" q significa agir de acordo com o q se fala; isso conduz à integridade entre o pensar, o sentir e o agir no mundo e nos conduz ao Caminho da Beleza onde há harmonia e prosperidade naturais."

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

MÃE DESNECESSÁRIA



A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo.
Várias vezes ouvi de um amigo psicanalista esta frase e ela sempre me soou estranha. Até agora.
Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer colocar a cria embaixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas e perigos.
Uma batalha interna hercúlea, confesso. Quando começo a esmorecer na luta para controlar a supermãe que todas temos dentro de nós, lembro da frase, hoje absolutamente clara.
Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.
Antes que alguma mãe apressada venha me acusar de desamor, preciso explicar o que significa isto. Ser'desnecessária' é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos, como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes.
Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros também. A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical. A cada nova fase, uma nova perda e um novo ganho, para os dois lados, mãe e filho. Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não pára de se transformar ao longo da vida.
Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeçam o ciclo. O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância e na divergência, no sucesso ou no fracasso, com peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o conforto nas horas difíceis.
Pai e mãe- solidários- criam filhos para serem livres. Esse é o maior desafio e a principal missão. Ao aprendermos a ser desnecessários, nos transformamos em porto seguro para quando eles decidem atracar.' (Marcia Neder)